Balanço Geral SP lança campanha “Balanço Pede Basta” contra o feminicídio

Balanço Geral SP lança campanha “Balanço Pede Basta” contra o feminicídio

Balanço Geral SP lança a campanha “Balanço Pede Basta” contra o feminicídio 

O apresentador Eleandro Passaia e o programa começam o ano com a missão de combater a violência contra a mulher adotando uma cobertura diferenciada destes casos

Balanço Geral SP inicia o ano assumindo uma missão: combater o feminicídio. Hoje, 05/01, o programa colocou no ar a campanha “Balanço Pede Basta”. A iniciativa surge diante de um cenário preocupante, marcado pelo aumento de casos a cada ano. A proposta é reforçar o caráter inaceitável desse tipo de violência e estimular a reflexão e conscientização por parte da sociedade. 

A partir de agora, reportagens que envolvam o assassinato de mulheres passam a ser identificadas com a vinheta “Balanço Pede Basta”, garantindo maior destaque ao tema, que passa a ter cobertura diferenciada no programa. A ação reafirma o papel social do jornalismo na denúncia e no enfrentamento da violência de gênero.

“Cada vez que colocarmos no ar essa vinheta é um grito de todos nós para que as autoridades acordem. Chegou a hora de dar um basta. As grandes mudanças na sociedade acontecem quando a gente dá um basta. Estamos empenhados em fazer com que a violência contra a mulher não se torne banal”, afirmou o apresentador Eleandro Passaia ao lançar a campanha, nesta segunda-feira. “O Balanço Geral quer mudar o tom. Cada caso não vai ser apenas uma notícia, será nosso grito de alerta para que as autoridades saibam que estamos atentos e conscientes de que as leis precisam mudar”, completou o jornalista. 

O primeiro caso apoiado pela campanha foi exibido hoje: o assassinato, ocorrido no último sábado (03/01), da auxiliar de cozinha Carla Carolina Miranda pelo ex-companheiro José Vilson Ferreira enquanto caminhava por uma rua do bairro da Liberdade, região central da capital paulista. A mulher tinha, há um ano, uma medida protetiva contra o agressor e sua morte reacendeu o debate sobre a eficácia das medidas legais existentes para proteger mulheres vítimas de violência doméstica no Brasil.